Toda Palavra - cortesia - versão digital Toda Palavra - Número 39

Um jornal Página 16 ABR./2019 Ano IV | Nº 39 | R$ 3,00 Pela adoção do Português como língua ofi cial da ONU — Circulação mensal — 1ª edição fechada em 03/04/2019 Eucimar Oliveira A Mangueira não precisa de mártires Um Carandiru no coração de Niterói Editorial O Centro clama por dignidade Página 9 N OSSAS PALAVRAS : Palavras Nacionais "Da barbárie entre nós" Palavras Fluminenses Mais energia para Pádua Palavras Sindicais Os sindicatos sob ataque Palavras do Mês Paulo Coelho e a tortura Palavras Financeiras No país da maravilhas Outras Palavras Pimentel no Dia do Poeta Palavras Esportivas VAR e futebol Palavras Literárias O alienista entre nós Palavras Culturais Anemia cultural grave P ALAVRAS DE OPINIÃO : Waldeck Carneiro Ditadura: asco e nojo Antonio Puhl Encantar-se com crianças Entre duas grandes agências bancárias, o nº 327 da Amaral Peixoto é o endereço do medo Centenário de João Goulart Historiador vê Jango e Lula unidos pelo esquecimento Enquanto Jair Bolsonaro esti- mulava os militares a comemorar o golpe de 64, poucos se lembravam do centenário do único presidente brasileiro a morrter no exílio, João Goulart, deposto pelos golpistas. Em entrevista exclusiva ao TODA PALAVRA, Jorge Ferreira, biógrafo de Jango, diz que Lula sofre hoje o mesmo processo de esquecimento do líder trabalhista. Páginas 3 a 6 • Cinco dos 12 andares dominados por facções; • Uma base receptadora de roubos no Centro; • Enel condena as instalações elétricas e deixa prédio às escuras; • Acuados, moradores se revezam em vigília e dormem na calçada Tiroteios, execuções, trafi can- tes armados, ratos por todos os la- dos e, para completar, 12 andares às escuras depois que a Enel cortou a luz do prédio número 327 da Ave- nida Amaral Peixoto para evitar a tragédia iminente de um incêndio. Tudo isso no coração de Niterói, a dois quarteirões da sede da Prefei- tura. O prédio, que já foi enderço de vários prostíbulos, hoje é chamado por alguns dos seus 1.500 morado- res de Carandiru. Páginas 7 a 9 Jango sonhou com um país socialmente justo