Revista PrisMagazine Número 002 Ano I - Out. 2015 - Page 12

12 DICAS DE TREINAMENTO Por Riceler Waske dos Santos – CREF: 002577-G/PB Na edição anterior falamos um pouco sobre o “passo-a-passo” que o atleta deve realizar para o início dos seus treinos. A avaliação médica e acompanhamento de um profissional da área da Educação Física para a prescrição e acompanhamento do treinamento torna-se fundamental para o progresso do atleta. Falamos um pouco também sobre os “Princípios do Treinamento” que norteiam e são os pilares fundamentais para o planejamento do trabalho sico, seja no âmbito amador ou no esporte do alto rendimento. Agora vamos caracterizar o esporte e trazer mais algumas dicas para o atleta inserir em sua ro na de exercícios. O esporte Orientação tem as suas exigências tanto a nível sico quanto a nível cogni vo. Um estudo cien fico (Kolb, Sobotka e Werner) apresentou em seus resultados a contribuição rela va dos vários componentes para a performance global da orientação, em um dos seus resultados foram iden ficados um equilíbrio entre a capacidade cogni va (orientação/navegação 46%) e a capacidade sica (corrida 54%). Tendo como base esse estudo podemos observar que além das variáveis técnicas e tá cas da orientação o atleta deverá estar em dia com o treinamento das suas capacidades sicas para que consiga com isso ir buscar os bons resultados em suas provas e compe ções. Comprovando-se que o “componente da corrida” é um dos fatores que irá interferir no resultado final dos atletas em uma prova jus fica-se também a necessidade do atleta inserir em sua ro na de treinos da orientação os treinamentos sicos/exercícios sicos, onde acompanhado H[H