O queijo de coalho em Pernambuco: histórias e memórias - Page 90

88 O QUEIJO DE COALHO EM PERNAMBUCO: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS revogou a IN 57. Essa Instrução Normativa necessita, no entanto, da adesão ao Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária (Suasa) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos e Insumos Agropecuários (Sisbi), além da comprovação de que o processo de fabricação não compromete a qualidade e a inocuidade do produto. No caso de Pernambuco, a adesão ao Suasa – Sisbi já está em andamento, junto ao Mapa (2013), mas falta comprovar a inocuidade do produto para poder se enquadrar à Instrução Normativa 30. Assim, o CEPLEITE, junto aos seus membros, busca ativamente elaborar projetos visando definir os requisitos mínimos para garantir a inocuidade do queijo de coalho artesanal do Agreste de Pernambuco. Ainda em 2013, o Comitê fez várias consultas para esclarecer e definir a questão de isenção de ICMS e concessão de crédito presumido para a produção de queijo de coalho e de manteiga artesanal. Hoje, o CEPLEITE conta com 38 membros e colaboradores: Itep/OS, Sebrae, Senai, Sindicato Rural de Garanhuns, Fundação Bradesco, Clínica de Bovinos da UFRPE, Prorural, UPE/ FFPG, IPA, Fetape, UFPE/Lika, UFRPE/UAG, Mapa, SEJE, SARA, Prefeitura de Garanhuns, Prefeitura de Venturosa, Prefeitura de São Bento do Una, Adagro, Addiper, ACP, BNB, BB, MDA, Chesf, Cooplam, Codeam, Coopanema, Sindileite, Cesmape, Amupe, Anap, Aedes, Cootag, IFPE, CQP, LBR e Aproleite. 4.4. Nota Técnica: processo de fabricação do queijo de coalho do Agreste de Pernambuco Um trabalho desenvolvido pelo Sebrae (2009-2010) permitiu se definir um padrão para o queijo de coalho do Agreste de Pernambuco, atendendo um padrão sensorial e microbiológico que preserva as características do produto artesanal e a saúde do consumidor.