O queijo de coalho em Pernambuco: histórias e memórias - Page 114

112 O QUEIJO DE COALHO EM PERNAMBUCO: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS TEXTO 08117: Diário Oficial do Estado de Pernambuco, Recife, 02 de Outubro de 1999, Cooperativa produzirá queijos em Cachoeirinha. Falando da implantação de uma Unidade de beneficiamento e produção de derivados no município de Cachoeirinha no Agreste Meridional, “salienta-se que técnicos do ITEP e um francês imprimiram o conceito de qualidade na linha de produção, principalmente de coalho....” TEXTO 09118: jornal do Comercio, Recife, 16 de março de 2007, Caderno C; A vocação queijeira no Agreste. Vitoria Barros, dona do laticínio Produtos da Fazenda que produz vários tipos de queijos finos no município de Pombos, sendo entrevistada por Flavia de Gusmão, diz que de iniciou “queria apenas encontrar uma padronização para o queijo de coalho, produto que freqüenta a mesa de nove entre dez pernambucanos...” TEXTO 11120: Informe ITEP, Recife, 03 de dezembro de 2010, Tecnolácteo apresenta bons resultados na primeira edição. O informe faz referencia a 1ª Tecnolácteo que aconteceu em Garanhuns, na bacia leiteira do Agreste, que permitiu valorizar e divulgar laticínios da região e premiar os melhores queijos de coalho artesanal, industrial e de manteiga. TEXTO 12121: Diário de Pernambuco, Recife, 15 de Julho de 2010, Economia, Queijo de coalho tenta atestar origem nordestina. Mais um artigo que faz referencia ao trabalho sobre a historia do queijo de coalho durante o 27° Congresso Nacional de Laticínios em Minas Gerais. A jornalista Júlia Arraes, falando do queijo de coalho aponta que “Ele pode até não ser considerado oficialmente um patrimônio cultural como seu primo mineiro, mas é, sem duvida, presença obrigatória na mesa de quase todo pernambucano. Puro ou acompanhado. Assado ou natural.....” TEXTO 10119: jornal do Comercio, &V6fRBFRVƆFR#fƆV6;F֖6VVFR6ƆVFV&FR#|+6w&W766FRF<:2f&Ff&W6VFVRW7GVF6'&RVVFR6ƆFw&W7FRFRW&'V67F&&F6:|:6vVw,:f6F0W62WF&W2VRW7FRƗg&6W,:&W6VFFGW&FR#|+6w&W766FRF<:2VФ֖2vW&2ࠥDUD3##&Wf7Fd8|84VWF+rv7F6WFV'&WGV'&FR#w2cbs#VFRRFW&fF262VƖFFRR&\:vW7FL:&G&FF&V&&WFf6FVdUV'W66F6VFRF6:|:6FR&6VL:6VFV&GWF"FV<:FR<:6&VFFVw&W7FPFVRw&:v2&WF( v&vVFRFVVVV2&VЦfVFR6V&\:vVƆ"FfW&V6FF&W7FFW&6F( ӰF2&62L:GV2&VfW&V6Ӣ( 6VwW&:vRVƖFFRFW6FR&FV( Ӳ( Ėf:|:6VVw&W7F^( Ӳ( VVFR6Ɔ6ЧG&F:|:6Rw&f^( Ӳ( VV7L;7&6( ࠠ