O queijo de coalho em Pernambuco: histórias e memórias - Page 112

110 O QUEIJO DE COALHO EM PERNAMBUCO: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS 5.2. Artigos selecionados comprovando a reputação do queijo de coalho do Agreste de Pernambuco TEXTO 01 : jornal diário de Pernambuco, Recife, 11 de outubro de 2005; Produção de queijo coalho em alta. O artigo afirma que “o produto lácteo que mais cresce em volume e em preço no pais .... é o queijo de coalho” que para garantir a exclusividade do tipo coalho no Agreste Meridional vai se iniciar um trabalho buscando a obtenção de um selo de origem Geográfica com o apoio de um projeto financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos - Finep. 110 TEXTO 02111: jornal “La Montagne”, França, 29 de setembro de 2004; Des Brésiliens au pays de La Fourme. O jornal francês salienta que uns grupos de 15 produtores procedentes de Pernambuco no Brasil estão em missão de uma semana para estudar a produção do queijo St Nectaire; ainda revela que os produtores vem de uma região pouco fértil do ponto de vista agrícola com um solo bastante aride; e que eles produzem um queijo chamado “coalho”, queijo de massa prensada que se consome assado. TEXTO 03112: jornal diário de Pernambuco, Recife, 24 de outubro de 2006, economia b1; QUEIJO DE COALHO VAI GANHAR A MESA DO PAÍS. “Tradicional e indispensável à mesa dos pernambucanos, o queijo coalho ganhará o passaporte necessário à conquista co Centro-Sul do pais.” Foi assim que o jornalista Roberto Cavalcanti inicia o artigo que cita ainda o apoio de varias entidades e técnicos como Moshe Dayan do Sebrae que reforça “que a obtenção do selo de Origem poderá garantir a concorrência com o produto mineiro e ampliar as fronteiras comerciais para as queijarias do Vale do Ipanema” (região situada no Agreste Pernambucano). TEXTO 04113: revista engenho de gastronomia, nº 18 de jun/jul 2007, pags. 26-36; LEITE BACTÉRIAS E TEMPO. O texto inicia com um breve histórico do q VV'F"F,:ֆ7L;7&L:2FV2GV2&WfVF2FfW'62f2VRW6&PFW6VVV7VFWF'F"Fg&:vFWFfVЧ76V"FF22VƖFFW0FVVFR&Vv;VW2W7V<:f626FF6W6fR'GVv6&GWF"FRVF2VƆ&RF2FRVVFVF6FVVF6W'&FW7G&V6ƖVFf\:6FR'GVvRF2VV2Fw&W7FPW&'V6VRR:f'&6VV26W2FW&60R6V6F2WW&F6RG&FFG&&ƆFR&VBVW&VRVRFVWW&:6VVV2FFVЧ6WR:2g&:v6VFfW'62'FW2FVF6vFW'&,;76RV'&6W7V6VFR&FW7FRFPG&&ƆVF6WG&27FGV:|;VW2&6W76FR6W'Ff6:|:6FVVFR6ƆR6F( VVFR6Ɔ :V&GWFFVFRƖvF :7VGW&R :VFFFRFfFw&W7FR( Р