Master of Simplicity Magazine #3 Maio/Junho 2017 - Page 20

Eu recomendo e não recomendo o livro. Primeiro, ele é de uma

cultura oriental, organizada por nascença... a impressão que eu

tenho é que se a pessoa realmente for organizada, dificilmente se

enrolará com as despesas!

Eu gostei muito dele porque eu fazia tanta conta que no final

acabava vendo onde estava gastando sem necessidade, contudo,

com a mudança de apartamento, deixei o Kakebo dentro de uma caixa.

Ainda guardei todos os comprovantes de cartão, mas acabei sem

paciência para anotar tudo no caderno. Consequentemente, perdi o

gosto. Ao mesmo tempo, por causa da mudança, me descontrolei

nas finanças. Não adiantava ter o caderno porque as despesas estavam

altas por necessidade e não futilidade.

Eu recomendo que as pessoas façam uma reflexão sobre os seus gastos.

O Kakebo me ajudou nisto: percebi que gastava muito em futilidades e em almoços que poderiam ser feitos em casa.

pela Professora Universitária

Flávia Vasconcelos

Costumam perguntar-me como e por onde começar para

ser poupada e organizada em relação às finanças. A minha

dica vai sempre de encontro à minha experiência. Eu

comecei com o registo dos meus gastos e ganhos.

Lembro-me muito bem, comecei em 2015. Para o

registo usei o Kakebo. Vi-o num supermercado

e pensei “porque não?”.

O Kakebo não é mais do que um livro com

um método espetacular para registar

tudo: mês a mês, semana a semana,

acabamos por ter noção para onde vai

o nosso dinheiro. É simples, as categorias

são divididas e no final acaba por ser um gesto

já parte dos hábitos diários. Traz também um mini

caderno para andar sempre convosco para facilitar o registo.

Desta forma, com o registo do Kakebo aprendi a gerir as minhas

finanças de forma divertida e simples. Depois foi muito mais fácil para dar outros passos e começar a poupar.

pela Blogger & Personal Organizer,

Cláudia Simões