Edição 566 Fevereiro/Março 2018 - Page 32

D e s t a q u e s / P o r t o s Equipamento executou imensos blocos pré-moldados no mar O início se deu em 2011 quando o Kugira, um dique flutuante, propriedade da Acciona, começou os trabalhos de construção de di- ques de proteção no T2, um dos terminais do Porto do Açu, no Norte Fluminense, desenvolvido e operado hoje pela Prumo Logística. O projeto custou R$ 1 bilhão e levou seis anos para ser concluído, con- tando com o trabalho de 3.400 profissionais da empresa espanhola. A área do terreno do T2 possui 6,5 km de extensão, 13 mil m de cais, 330 m de largura e profundidade de até 14,5 m. O local terá ainda uma área de frente ao canal interno, com 1,7 mi- lhão de m², para ser alugada às empresas de apoio das atividades offshore de petróleo e gás. Kugira construiu caixões de concreto armado para compor diques Gerenciado pela Acciona Construcción e construído com o apoio do Kugira, o T2 tornou-se o primeiro e único terminal por- tuário brasileiro a ser erguido com blocos pré-moldados de con- creto. No total, foram 2.808,8 m de diques de proteção construí- dos com a tecnologia de caixões pré-moldados do equipamento. Com mais de 70 m de comprimento, o Kugira fabrica peças de até 33,5 mil t. Cada bloco possui 66,85 m de comprimento, 24 m de largura e altura entre 18 e 21 m. Além dos blocos pré-moldados, a obra do T2 contou ainda com 2.090 m de enrocamento em rocha, 22,6 mil t de aço bene- ficiado e 350 mil m³ de concreto produzidos e aplicados. O quebra-mar vertical foi formado por caixões de concreto armado. Foram 42 caixões no total, dos quais 35 com 21 m de altura e sete com 18 m. Para fundação dos ca Օ́ɕ酑)յɅɽչԁѽ)́́ə́ᄁɕͥ)̀ȁՕ̰؁Ʌɽ饑͕́́Ʌ) I(Ք́Ʌɕ́ѼԸ)<ՕɄȁхՑɵȁ͗Օ́ɽ)Ѽ͗Օ́́ɕѼ<ՕɄȁхԴ)ɽѼѕĸ԰́쁼ՕɄȁٕѥ)Օ̰ȸ쁔ՕɄȁĸİā)QɵYYLͅѕȁɅ́ͱ)<ɕѼՕѕɄͥѕɥ) ́ɥѼMѼɄ͔鄴)AѼ ՅYYLч)ɥхɕɽձѥͼՉѥէ)́Ʌͥх́ՄɅ)хɅ́ͱ́ɝɅ٥хͼɄ+ɝ́х́ɕ́Ʉɽ́ѽ̸)ч́ɥѥ̰ѕа)ɥѼɽչɅ)<ɕѼɄ ɕЁɥQ)ѽɄѕȁɥ Օ̸)ѕɥɵєɇɥɄɕɥфч)Ʌ́ե̸<Ց٥фɄմɕ̴)Ѽɝɑѕɕф)ɕхєɍɕ̸)Ʉɕ٥фɄ͕ѕɼ)QՕٕ́ѥ́ɝե́ѽٕѥ)ٕɕɼѥYѽȁ5ѡ́ԁ)Ѽͅѥф́хՕ́ɥٕ́ѥ́ȴ)ѽх酹Ը䁷 ́ɵ镹<ɽ)Ѽ͕եԁɕA ɥɽɕЁՍѥ)ѕٔɅхєQɵ́ɵ镹Ʌ̸)AɄ͔ɽѼɅѥ酑́Յ͔ĸЁɔՉձ+Օ̰٥́ɥ̰͕ɥ́́Ʉ)ɕ́ٽ٥́ɕхєɄ)ɕ̈́ɄͥѕхՕ)ѽٕѥхɔͥѕ)́هɝɥէ́)饹̰ѕՔͥф́хՕ́)ٕ̈́ѕ̈́ѥɅ)եѕ̰ե́́ԁ̸<ͥѕ)ͧ́饹́ɕ鄁Ʌ́)ɕхєх)<ͥѕٕѥє͕ɥͥѕ(ȁ)؁ȁȁ4ȃ)ɅфɵхՔͽɽѼх)ɥ͍̰́ͥٔՉȁх)Ѽ)%єх́́́ɄչхՔ)͕եхѕѼѹѽхєɵ)́ɥчՕ́A$<ѕѼхՔх)ՅɑՕ͕́ɅɄх)́ѽ̸́хѕѼ͔)ه́́ѕɅ̰ȁ)͕Ѽхᕍх́Ս́ͅل)Օ́Յ٥Յͽ́ͅե)Ʌє1@Aȁ́ɇͥѼͽ)́́ɥ̰ɕ酑ѕєɽѥ)ѼեՅ̈́Ʌѥ)хՕɄɅȁхՔɄɇ)́Օ́ɄɅ ȁɕ٥) ȁɕ