Date a Home Magazine | Abr / Mai / Jun 2015 - Page 21

Entrevista | PERSONALIDADES |

processo é a missão. Portugal é um paraíso para praticar desporto, te-mos cidade, montanha e praias num raio de 30km. Não vejo porque não incentivar uma vida mais ativa fora de casa e desfrutar da beleza natural do nosso país através da prática desportiva.

Levas os teus projetos muito a sério, quem é que te está a pre-parar/apoiar? Qual o teu pri-meiro objetivo?

Sem a ajuda de algumas pessoas na-da do que fiz até hoje seria possível. Todos dependemos uns dos outros, para os momentos menos bons como para os momentos de grande cele-bração! Conto com o apoio da minha treinadora, a atleta de Triatlo de lon-gas distâncias Vanessa Pereira, que já fez 10 Ironman’s e foi Campeã Mundial de Triatlo de longas distan-cias em 2010, entre outros títulos. O meu coach pessoal, Ricardo Diniz, que todos os dias me desafia e motiva a alcançar cada etapa. A mar-ca de bicicletas portuguesas Jorbi, que me equipou dos pés à cabeça com o melhor material de ciclismo e que graças a esse material sinto-me privilegiada pela qualidade que me dão nos treinos.

O IronMan é uma prova exigen-te, sentes que podes vir a ser uma Embaixadora Portuguesa de uma nova geração de mul-heres determinadas e que não desistem dos seus objetivos?

Em todas as gerações há homens e mulheres determinados. Estou mui-to focada no meu objetivo e tenho a certeza de que quando atravessar a linha de chegada do Ironman irei ter uma bandeira de Portugal comigo. Espero conseguir inspirar outras pessoas a viverem os seus sonhos e batalharem por eles. Eu sou uma principiante nestas 'lides' do des-porto, nunca tinha praticado nenhu-ma modalidade com tanto afinco. Temos tantos exemplos de atletas que alcançam vitórias, esses sim, poderão ser embaixadores. Eu ainda tenho muito que correr/nadar/rolar!

HAVERÁ no futuro uma escolha ou uma simbiose DOS 3 'T's' (TV/Teatro/Triatlo)?

Muito interessante! Sem dúvida! Três áreas que adoro e que sem dúvida vieram para ficar. É per-feitamente possível conciliar as 3 áreas. O ideal é isso mesmo. Não poderia sentir-me mais realizada.

O conceito de lar/casa é impor-tante para ti?

Aprendi que a minha casa é onde consigo ser eu própria, é onde me encontro. Tanto pode ser num banco de jardim, em casa ou num quarto de hotel. Até porque o apego aos bens materias tem sido um processo que tenho vindo a trabalhar. Cada vez tenho menos coisas. Uma boa cama, um duche quente e um prato de sopa enchem-me a alma. Só preciso de sa-ber que tenho uma piscina perto pa-ra não falhar o treino de natação lo-go pela manhã.

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