Cinema, Destination Image and Place Branding Cinema, Destination Image & Place Branding - Page 62

CINEMA, DESTINATION IMAGE & PLACE BRANDING A visão inscrita no PROT N, que está em conformidade com as dinâmicas territoriais recentes, recomenda a estruturação da Região do Norte num sistema urbano policêntrico que projete, a nível nacional e internacional, a aglomeração metropolitana do Porto e que, simultaneamente, potencie uma rede de cidades e de outros centros urbanos estruturantes, em combinações de geometria variável e com vocações que melhor respondam aos objetivos de competitividade e de coesão territorial (Norte 2020, 2013). Mas a cidade do Porto não é (pelo menos ainda) um palimpsesto como Ward designa a cidade do México (cf. Piccini, 2003). É preciso recordar, com respeito a isso, que um mosaico de territórios é algo completamente diferente de um espaço organizado ao redor de um centro com uma periferia (Piccini, 2003). A competitividade internacional do território da cidade e da região Porto e Norte de Portugal joga-se no reforço da conetividade externa através do porto de Leixões, do aeroporto Francisco Sá Carneiro, nos corredores rodoferroviários Lisboa/Porto-Vigo e Lisboa/Porto-Valladolid, no processo de integração ibérica, e também no reforço da conetividade interna da sua rede urbana (Norte 2020, 2013). 4.2. As antigas marcas A C.M. do Porto tinha um logo bastante banal e sem alma, onde se via a silhueta do topo da Torre dos Clérigos dentro de uma oval inclinada num verde atávico e sem grande legibilidade ou representatividade. Toda a família gráfica (Figura 5) da Câmara era bastante fraca, incoerente e com falta de cuidado estético. Figura 5: A antiga família gráfica da Câmara Municipal do Porto (logotipo.pt) 62 return to the content page