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TORRE DE BABEL - UMA NOVA METODOLOGIA PARA AFERIR O VALOR DAS MARCAS DE DESTINO A NÍVEL MUNDIAL Quadro 3: Elementos-chave na avaliação da competitividade do turismo Fonte: Adaptado de OECD survey on Measuring Competitiveness in tourism, 2012 dificultando a sua comparabilidade, o que só por si denota um profundo con- trassenso. De facto, à luz do elementar bom senso, qualquer avaliação da com - petitividade dos destinos pressupõe uma comparação do desempenho competitivo dos diversos destinos concorrentes, com base em indicadores comuns. Com vista a viabilizar a análise comparativa da competitividade dos destinos turísticos, a OCDE elaborou um documento-guia em que propõe um sistema de indicadores comuns aos vários países (Dupeyras e MacCallum, 2013). O modelo proposto (Quadro 4) apresenta 20 indicadores de competitividade agrupados em três categorias: indicadores nucleares, indicadores complementares ou facultativos e indicadores para desenvolvimento futuro. Seria expectável que entre os indicadores propostos pela OCDE para a monitorização da atratividade dos destinos se encontrassem medidas de perceção (imagem/marca de destinos), já que se trata de um fator crucial na escolha de destinos turísticos. No entanto, não é isso que acontece. Para operacionalizar a return to the content page 23