Cinema, Destination Image and Place Branding Cinema, Destination Image & Place Branding - Page 21

TORRE DE BABEL - UMA NOVA METODOLOGIA PARA AFERIR O VALOR DAS MARCAS DE DESTINO A NÍVEL MUNDIAL sinalizadas as expectativas de experiências e as recordações de experiências passadas. Para os turistas, os critérios de “demarcação territorial” são definidos pelas coordenadas sócio-emocionais do imaginário turístico, podendo o GPS ser usado unicamente como instrumento de navegação para se chegar a um destino de fronteiras geográficas imprecisas. 1.1. O destino como locus da experiência turística Perfilhamos a definição apresentada por Murphy, Pritchard e Smith (2000), segundo a qual um destino turístico é “uma amálgama de produtos e oportunidades de experiências, combinados de modo a produzirem uma experiência total na área visitada” (ibid., p. 44). Os autores apresentam um modelo de cinco níveis para des- crever um produto turístico global, tal como fora anteriormente proposto por Smith (1994). Como elemento central de qualquer produto turístico encontra-se a sua infraestrutura física (i.e., os hotéis, o ambiente físico, as infraestruturas turísticas, etc.), e em redor são acoplados os restantes quatro elementos: o serviço, a hospitalidade, as opções de escolha do cliente e o envolvimento (físico, emocional e intelectual) dos clientes na cocriação de valor, interagindo com os prestadores de serviços. O contexto de interação entre os consumidores/turistas e os stakeholders da área turística constitui um fator essencial na cocriação de valor, isto é, na cocriação da experiência turística. Esta não pode ser pré-determinada ou moldada unila - teralmente pelos prestadores dos serviços, pois o elemento central do pro cesso são os próprios turistas. Eles mobilizam recursos, intenções e ações num processo de cocriação de valor, sendo coprodutores das suas próprias experiências (Cutler e Carmichael, 2010; Ritchie e Hudson, 2009). A este propósito, Cutler e Carmichael (2010, p. 10) afirmam que “muitas experiências ocorrem na presença de outras pessoas, as quais podem influenciar os níveis de satisfação e a perceção da qualidade. Por exemplo, um grupo de turistas interessantes e estimulantes pode certamente melhorar as experiências individuais”. De modo similar, Prebensen (2 ܤɕɕ)Ք́ɕՕ́ɔ٥ͥхѕ́х̰ȁմɔ)٥ͥхѕ́ɔͤȁɼ͕ٽ٥Ѽ́ɧ́ѥ)ѕѼɥ͵ɝ酑̈́Ց́ѕɇՕ)ɔɥх́ѥդմٕѥɽͽȁѕ٥фյ)ɕ́ɽչɧѥ)ɕɸѼѡѕЁ(